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Bancos liberam isenção do Pix para quem é dono de empresa; Confira

O sucesso do novo sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central (BC) tem movimentado a economia, com recorde de 27,9 milhões de transações em um único dia.




O Pix se tornou um dos serviços financeiros mais bem sucedidos dos últimos meses. Desde o seu lançamento, em novembro de 2020, os brasileiros têm conseguido enviar e receber dinheiro entre contas de forma gratuita, a qualquer momento 24 horas por dia, em apenas alguns segundos essa transação é feita.


Segundo dados divulgados pela Folha, o Pix batia o recorde de transações: 27,9 milhões em apenas um único dia. Dados do Banco Central (BC), apontam ainda para o montante de R$ 307 bilhões movimentados pelo sistema de pagamentos só no mês de maio de 2021.


Sem dúvida, o motivo para tamanha popularidade é o fato de o Pix ser gratuito.

É importante salientar que a gratuidade máxima se aplica somente para o público pessoa física (PF).


Empresas, na contramão, podem ter de pagar uma taxa durante as transações. O valor varia de qual banco o dono do negócio é correntista.

Hoje em dia, a maior taxa cobrada é a do Banco Itaú, que chega a 1,45% em cima do valor da transação, o Banco do Brasil, por exemplo, é cobrada uma taxa de transferência via Pix de 0,99% em cada operação. Já o Bradesco cobra uma taxa de 1,4% sobre o valor transacionado.



Veja a lista de bancos que oferecem isenção de taxa para o Pix para PJ:

  • Inter;

  • C6 Bank;

  • Banco Original;

  • Caixa Econômica Federal;

  • Linker;

  • Nubank.

Por fim, apesar de todas as cobranças, é notável que o Pix tornou o dia a dia das pessoas e das empresas mais prático e fácil, principalmente em relação aos prazos de transferências. Diferentemente das transações via TED ou DOC que precisam aguardar longos períodos para a transação ocorrer, com o novo sistema de pagamentos, é possível enviar e receber dinheiro em média 10 segundos.

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